18 de fevereiro de 2013

 

 

 
Autoria do Reverendo Romeu Maluhy, pastor da Igreja Presbiteriana

Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo

Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã

Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo 

12 – VENCENDO O FETICHISMO

Deuteronômio 18:9-14
 

            Temos avisos positivos contra o espiritismo moderno, que  certamente é praticado por pessoas que nunca prestaram atenção a este trecho da Palavra de Deus. O povo de Deus não deve consultar os mortos, não ser coisa impossível (não discutimos esse assunto), mas por ser coisa proibida por Deus – versículo 11. Não há nada na Bíblia que apóie a idéia comum entre alguns crentes, de que demônios respondem às pessoas que procuram falar com seus parentes falecidos.

            Podemos ouvir casos em que os espíritos dos falecidos têm aparecido a alguém ou falado com ele sem ser chamado ou consultado. Por exemplo, Moisés, no monte santo, apareceu aos três discípulos e falou na sua presença, mas ninguém poderá dizer que os discípulos consultaram os mortos. O rei Saul consultou o falecido Samuel (I Samuel 28:8-29), por isso não era coisa impossível, mas Saul foi morto na batalha, por ter feito coisa proibida (I Crônicas 10:13).

 

FEITICISMO  

            Culto e prática de feitiços entre os indígenas africanos = veneração exagerada, supersticiosa por uma coisa.

            É em princípio, a crença de que a posse de uma certa coisa pode conferir ao seu possuidor a assistência ou proteção do espírito ou gênio que nessa coisa reside. A escola positivista considera o feiticismo como o período inicial da idéia religiosa.

            O que distingue o feiticismo da idolatria é que os ídolos não são (pelo menos para a parte esclarecida dos seus adoradores) mais do que uma representação da divindade, um símbolo no qual repousa o espírito divino!

            Um dos feitiços mais espalhados desde os tempos antigos consistia na confecção de uma estatueta de cera, modelada mais ou menos grosseiramente à imagem da pessoa que se pretendia enfeitiçar. Os ignorantes afirmavam que, depois de se fazer sofrer uma preparação ritual a esta imagem, todo o mal que lhe fosse feito era sentido pela pessoa que ela representava. Depois das revelações do hipnotismo, supôs-se que o feitiço podia ser uma sugestão produzida pelo magnetizador sobre o magnetizado.

 

NECROMANCIA

Pretendida arte de evocar os mortos deixava após si, a qual errava em volta do túmulo ou aqui e além, no espaço, se não se cumpriam as obrigações que lhe eram devidas. Podiam evocar-se essas almas e interrogá-las acerca das coisas do além. A necromancia esteve muito em uso entre os gregos. Assim é que, segundo Homero, Ulisses invocou a sombra de TIRÉSIAS. Os antigos judeus cedo começaram a praticar a necromancia; antes da batalha de GILBEÁ, Saul vai consultar a pitonisa de ENDOR e ordena-lhe que evoque a sombra de Samuel.

Os necromantes foram muito consultados durante toda a Idade Média. Nos nossos dias, vários espíritas pretendem evocar e interrogar as almas dos mortos.

 

MAGIA

            Religião dos magos. Suposta arte de produzir por meio de práticas bizarras, efeitos contrários às leis naturais. A magia foi muito considerada no Egito.

 

MAGIA NEGRA

Tinha por objeto a evocação dos demônios.

 

MAGIA BRANCA

            Arte de produzir certos efeitos maravilhosos, mas devidos a causas naturais. Os magos, sacerdotes da religião de Zoroastro, cultivavam sobretudo a astronomia, a astrologia e outras ciências ocultas, donde veio a atribuir-se-lhes poder sobrenatural, cuja recordação perdura ainda na palavra MAGIA.

            Esta suposta arte,à qual se atribuem efeitos extraordinários e maravilhosos como: submeter à sua vontade potências superiores, evocá-las e produzir aparições, encantamentos, fazer curas repentinas, etc., foi muito cedo introduzida na Grécia. Mas como fruto espontâneo da superstição e da charlatanice, difundiu-se em todas as idades e entre todos os povos incultos.

            Na Idade Média queimavam-se vivos os suspeitos de magia; atualmente a magia e a bruxaria quase desapareceram completamente diante dos progressos da civilização.

            Os mágicos modernos recorrem sempre à escamoteação, à ventriloquia, às partes pouco conhecidas da ciência (óptica,acústica, hidrostática, química meteorológica) aos segredos dos domadores, aos estupefacientes, à sugestão.

A Magia diabólica da Idade Média, do Renascimento até o século XIX reveste-se hoje de caráter científico.

            No Oriente estava generalizada e ao princípio foi uma simples forma religiosa. Entre os egípcios, a invenção da magia atribuí-se a TOTE, nove vezes grande, o HOMEM TRISMEGISTO dos gregos, e os seus escritos continham todos os segredos necessários para dominar o universo.

            Os papiros revelaram-nos grande quantidade de Engrimanços (linguagem obscura) misteriosos destinados a expulsar os demônios, a curar as doenças, etc.

            Na CALDÉIA e na ASSÍRIA, a magia é tão antiga como no Egito. Uma grande parte dos textos provenientes da biblioteca de ASSURBANIPAL, em Nínive e que, atualmente se conservam no Museu Britânico, pertencem a tratados de magia, aplicados a diversos usos, sobretudo à medicina. A magia dos caldeus, como a egípcia, gozou na vigência do Império Romano uma grande projeção.

ASTROLOGIA – arte ou ciência de ler o futuro nos astros. Teve origem na Caldéia e difundiu-se pelo Egito donde passou a Grécia, Itália e Europa ocidental. Foi perseguida durante Idade Média, mas nem por isso deixou de gozar de grande prestígio, tendo chegado ao apogeu no século XV. Cada soberano tinha um astrólogo na sua corte; o de Liz XI chamava-se GALEOTTI e o de Catarina de Médicis, COMOS RUGGIERI; eram ambos italianos. Sábios houve como CARDAN, TYCHO-BRAHE e KEPLER que se interessavam pela astrologia, que decaiu efetivamente a partir do século XVII,

            Às observações judiciosas sobre o movimento dos astros, juntaram os caldeus noções conjeturais, a propósito da influência dos astros sobre o globo terrestre e os seres vivos. Daí procedeu a astrologia judiciária que se baseia sobre o princípio de que, quando uma criança nasce, sofre a misteriosa influência dos astros. Para saber qual é o passado e o porvir de um homem é necessário reconstituir o estado do céu na hora em que ele foi dado à vida.

 

ADVINHO

            Homem que pretende adivinhar o futuro e as coisas ocultas: feiticeiro, bruxo, mágico, nigromante.

            Os que fazem profissão de adivinhar ou prognosticar cometem uma falta punida por lei.

            Entre os gregos, distinguiam-se os adivinhos livres, sem caráter sacerdotal, e as associações religiosas adstritas a um oráculo. Os principais adivinhos foram: CALCAS, HELENO, MELAMPO, ANFIARAM, TIRÉSIAS e CASSANDRA, aos quais devem juntar-se as sibilas e os oráculos. Em Roma, a adivinhação foi incorporada no culto público e os adivinhos pertenciam aos colégios sacerdotais.

            Que herança de povos selvagens e desesperados.        Herança perniciosa que buscava nos feitiços a proteção mágica que os resguardassem dos males. O feiticismo ressurge de forma avassaladora entre os povos civilizados. Mas, a busca é a mesma: proteção, solução de problemas e, em poucos casos, ajuda para malefícios. O mal é grave, porquanto, para não ficar mal em certas áreas eleitorais, autoridades vão prestigiando a feitiçaria em suas variadas manifestações.

            Uma única forma e fórmula existe que pode vencer esse mal tão terrível: o Evangelho. Isso nos faz mais responsáveis como cristãos, diante de Deus e da Pátria.

            Temos o remédio para o grande mal. Usemo-lo com decisão e maciçamente.

 

ABOMINAÇÕES

            Poderia parecer desnecessário vacinar o povo de Israel contra a infecção dos costumes idolátricos dos cananitas. A verdade é que, apesar de todo o cuidado e de toda preparação, não poucos israelitas falhavam exatamente nessa direção.

            Algumas das abominações são especificadas:

 

A – a consagração dos filhos a Moloque, um ídolo que representava o sol, fazendo

      com que as crianças passassem pelo fogo e, algumas vezes, deixando que, 

      como sacrifício, fossem consumidas pelo fogo.

 

B – o uso de artes de adivinhação, tentando conhecer antecipadamente os fatos

      que ocorreriam no futuro, encantamentos, feitiçaria, magia.

 

PORQUE – algumas razões são dadas para impedi-los de se entregarem a tais

                   abominações.

 

PORQUE – algumas razões são dadas para impedi-los de se entregarem a tais

                    abominações.

 

1)      isso os faria também abomináveis ao Senhor;

2)     estas práticas abomináveis tinha sido a causa da ruína dos cananitas;

3)     eles, os hebreus, haviam aprendido algo superior, como Paulo dirá também: Efésios 4:17,18 e 20.

“Isto, portanto, digo, e no Senhor testifico, que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos sés próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza dos seus corações, – “Mas não foi assim que aprendestes a Cristo”

 

POR QUE EXISTE E PROSPERA O FEITICISMO?

            Grau de civilização – ignorância quase total da Bíblia – índole de muitas pessoas de boa fé.

            Há possibilidade de pessoas saírem dos templos evangélicos? (Horóscopo, também).

            Quando: inoperância dos cultos tradicionais com os seguintes sinais:

a)     abandono progressivo das fontes de poder espiritual;

b)     tradicionalismo conformista;

c)      indiferença.

 

RIO DE JANEIRO – (Estado)

24.000 terreiros registrados de Umbanda.

“A maior calamidade que pode atingir uma nação é a falta ou distorção da verdadeira adoração” (THOMAS CARLYLE)

“Há superstição até no fugir à superstição” ROGER BACON.

            Quando uma superstição se arraiga profundamente no coração do povo, não basta, para desarraigá-la à evidência do erro; é necessário, ademais, dar à multidão “alguma coisa” que substitua essa superstição. CARLOS M. HERÉDIA.

 

PAGANISMO E INSENSATEZ

            Os homens que construíram as Pirâmides adoravam insetos repugnantes e animais. Os fenícios que inventaram o alfabeto, acorrentavam as imagens de seus deuses aos altares, a fim de que os mesmos não os abandonassem.

Os homens cultos de Roma subordinavam importantes planos de suas vidas aos presságios recolhidos das entranhas dos carneiros ou dos ovos dos pássaros.

PLUTARCO pensava que as almas dos homens vinham da lua e a ela retornavam. PLATÃO e SÊNECA  acreditavam que as estrelas precisavam de alimentação e estavam sempre ávidas pelos pastos verdejantes. ELON FOSTER.

Mistificação Desmascarada – Nos Estados Unidos, berço do moderno espiritismo, fizeram várias experiências curiosas para provar o embuste do mundo dos espíritos. É particularmente notável o estratagema usado pelos editores da revista

“WOMEN´S COMPANION”. Diversos repórteres foram instruídos pelos editores para apresentarem-se como irmãos de um tal GEORGE BARTLET, fuzileiro naval, morto na invasão de OKINAWA, às sessões espíritas de 16 cidades norte-americanas, contando sempre a mesma história: GEORGE (que na realidade nunca existi) deixara viúva BÁRBARA BARTLET, dois filhinhos e 5.000 dólares.

A “inconsolável viúva” mandara fazer as seguintes perguntas ao mundo dos espíritos:

 

1 – Um dos funcionários do banco onde George trabalhava queria casar-se com

      ela. Devia ou não aceitar o pedido?

2 – Devia ir trabalhar em Nova Iorque?

3 – Como empregar 5.000 dólares?

4 – George se sentia feliz no mundo dos espíritos?

            As respostas foram as mais contraditórias, estapafúrdias e disparatadas – o que vem provar claramente que os médiuns agem de má fé; são ignorantes, ilusionistas e chantagistas.

            Alguns médiuns chegaram a materializar o personagem inexistente. Nenhum deles declarou sinceramente: – Não consigo comunicar-me com o espírito do seu irmão! – EDVINO FRIDERICHS.

 

 

 

EBENÉZER !!!!!

 

 

 

 

 

 

 

        

 

 

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