16 de fevereiro de 2013

Um Novo Céu e uma Nova Terra

Sermão Dominical

 

16 – UM NOVO CÉU E UMA NOVA TERRA
Leitura Bíblica: Apocalipse 21:1
“Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe” (versículo 1)
  
            Haverá um novo céu e uma nova terra onde habita a justiça, a verdade e o amor. A era messiânica não fala de uma nova ordem de coisas em um mundo velho e, sim “eis que faço novas todas as coisas”.  Trata-se do lar eterno dos remidos, do lugar que Jesus foi preparar, “a casa do Pai, as moradas celestiais”.
            “Novo céu e nova terra”. O primeiro céu e a primeira terra passaram. Como também Pedro dissera: “Os céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos se desfarão abrasados”, (II Pedro 3:10). Haverá uma profunda mudança no universo físico. Os céus e a terra serão novos; e nós com os nossos corpos glorificados, incorruptíveis, espirituais, não estaremos mais sujeitos às limitações do tempo e do espaço. Percorreremos livres os espaços sem fim da eternidade.
            “O mar já não existe”. Na simbologia bíblica “o mar” é a personificação do mal, do desconhecido, do misterioso, do insondável. Já o rio é o símbolo da vida. Por isso fala-se em rio da vida, símbolo do refrigério espiritual e do próprio Espírito Santo.
            “Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu”. A Jerusalém ideal, da qual a Jerusalém histórica é sombra apenas. Platão sustentava que num mundo invisível existiam as formas perfeitas ou idéias de todo que existia no mundo material; todas as coisas que há na terra seriam, no caso, nada mais que cópias ou sombras das realidades celestiais. Assim, este mundo invisível poderia ser chamado de mundo ideal, onde tudo existe em sua forma perfeita. Este modo de pensar influenciou o pensamento bíblico. Existiria uma Jerusalém celestial, perfeita, ideal, da qual a Jerusalém terrestre é uma cópia imperfeita. Pode-se aplicar a mesma linha de raciocínio ao novo céu e á nova terra. Acontece porém que esta visão está ligada à era messiânica e à volta de Cristo. Haverá a restauração de todas as coisas. Estes novos céus e esta nova terra têm muito a ver com uma reedição do paraíso de Deus. Em assim sendo, o fim de todas as coisas será semelhante ao começo.
            “Eis o tabernáculo de Deus com os homens” (versículo 3). No novo céu e na nova terra, Deus mesmo estará conosco. Não haverá choro, nem pranto, nem dor, nem morte, nem luto. A declaração de Deus é: “Eis que faço novas todas as coisas” (versículo 5). Tudo está feito. Tudo está consumado. “Ele é o alfa e o ômega”.
            “O vencedor herdará estas cousas” (versículo 7). Há uma vitória ganha por Cristo. Nele, nós somos vencedores e herdamos todas estas bênçãos, especialmente o privilégio de sermos “filhos e de reinarmos com Cristo”.
            “Ficarão de fora”: os covardes, os incrédulos, os abomináveis, os assassinos, os impuros, os feiticeiros e todos os mentirosos.
Participar, com Deus, do novo céu e da ova terra é paraíso; seio de Abraão; é CEI; ser lançado fora, no lago que arde com fogo e enxofre, é estar separado de Deus, é inferno.
Para Deus só existem duas classes de pessoas: os que são Seus e os que não são. A qual das duas você pertence?
EBENÉZER !!!!!

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