Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo
Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã
Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo
CAPÍTULO 14:1-20
MENSAGENS DAS SETE VISÕES
PRIMEIRA VISÃO (14:1-5)
O CORDEIRO E OS SEUS REMIDOS NO MONTE SIÃO
VERSÍCULO 1 “E olhei, eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai”
“No estudo de Apocalipse 13, vimos homens adorando a besta; agora a visão nos dá um maravilhoso quadro dos 144.000 redimidos adorando o Cordeiro. João viu o Cordeiro sobre o monte Sião. A cidade de Davi era Jerusalém (I Reis 8:1). O templo foi edificado no monte Moriá (II Crônicas 3:1), o palácio de Davi, no monte Sião (II Samuel 5:7-9). MONTE SIÃO é o lugar escolhido como sede do glorioso reinado de Cristo e Seus santos durante o Milênio (Isaias 2:3; Miquéias 4:1,2). Sião também é o símbolo do lar dos remidos e do lugar de adoração eterna do povo a Deus” (Hebreus 13:22-24) (Extraído do livro A VISÃO DE PATMOS, de Orlando Boyer).
Estes 144.000 nada têm a ver com a Igreja. Os anciãos referidos (versículo 3) são distintos dos 144.000, e incluem e representam a Igreja.
Os russelitas, também conhecidos por testemunhas de Jeová, querem afirmar que os 144.000 são o número dos que hão de ser salvos, dentre todas as nações e através dos tempos, e os únicos redimidos. Mas, aqui, cai por terra esse número herético, porque são os anciãos que representam a Igreja, e esses 144.000 são os assinalados de Apocalipse 7, onde inclui todo o remanescente de Israel salvo pela vinda do Libertador (Romanos 11:26).
VERSÍCULO 2 “E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão; e uma voz de harpistas, que tocavam com as suas harpas”.
VERSÍCULO 3 “E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra”.
João ouve uma voz maviosa do céu, como a voz de muitas águas, e como voz de um grande trovão (expressa o grande número dos que cantavam), vozes de haras com o seu som melodioso. Eram os gentios salvos, os mártires da grande Tribulação, que foram decapitados pelo testemunho de Jesus (Apocalipse 7:9-17); e que foram decapitados pelo testemunho de Jesus (Apocalipse 7:9-17); e que agora cantavam, diante do Trono, dos anciãos e dos seres viventes, um cântico novo (Apocalipse 5), que ninguém pode aprender. Eles cantavam no Céu, triunfantes e alegres, diante do Trono, enquanto os seus companheiros dentre os judeus, aqueles que formavam ao seu lado, aqui na Terra, em luta pela pregação do Evangelho do Reino, contra as duas bestas que, igualmente, sofreram os horrores da Grande Tribulação. Estavam na Terra triunfantes e felizes, no monte Sião com o Messias e Salvador, gozando já da bem-aventurança do Milênio, onde ouviam e aprendiam o maravilhoso hino da vitória.
VERSÍCULO 4“Estes são os que não estão contaminados com mulheres, porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro”.
VERSÍCULO 5 “E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus”
Este testemunho escrito da parte do Senhor, em favor daqueles que lhes são fiéis, é uma demonstração do reconhecimento de Deus pelos seus servos (leia Salmo 32:2; João 1:47; Romanos 2:28,29; 9:6,7).
“São virgens; não se contaminaram com mulheres”; Isto não quer dizer que os 144.000 são somente homens, ou se são somente meninos recém-nascidos como quer interpretar alguém. Esta expressão equivale dizer: “Eles não se corromperam com a idolatria e corrupções prevalecentes na Terra” (leia Jeremias 51:7; Daniel 11:38; Apocalipse 17:1-5).
“São os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai”. Não se refere aqui à Igreja, a Esposa (leia Cantares 5:1; II Coríntios 11:2; Efésios 5:25,27), mas à reconciliação ou retorno de Israel ao Senhor (leia Jeremias 31:32,33; Ezequiel 11:19,20; 36:27,28; Oséias 2:16-23). Por essa razão o Senhor levará as nações a Juízo (Joel 1:1-3).
“São as primícias compradas dentre os homens” “Primícias”, nome que se dava à parte das coisas que os israelitas adquiriam para oferecer a Jeová (Levítico 22:12; Números 5:9; 18:8; 31:28,29). Os primeiros frutos colhidos, penhores das futuras messes, pertenciam ao Senhor. Em favor do povo levariam uns molhos de espiga na festa dos pães asmos e dois pães na festa da semana (Levítico 23:10,17). Em proveito individual cada um levaria ao Senhor as primícias do fruto de sua terra” (Êxodo 23:19; Deuteronômio 26:1-11) [Dicionário Bíblico J. O. Davis]. Os 144.000 são as primícias dentre os israelitas comprados para Deus e para o Cordeiro.
“Na sua boca não se achou engano, porque são irrepreensíveis”. Diz Sofonias: “O remanescente de Israel não cometerá iniqüidade, nem proferirá mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa, porque serão apascentados e deitar-se-ão, e não haverá quem os espante” (Sofonias 3:13).
SEGUNDA VISÃO (14:6,7)-UM ANJO PROCLAMA O EVANGELHO ETERNO
VERSÍCULO 6 “E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo…”
VERSÍCULO 7 “,,,dizendo com grande voz: Temei a Deus, e daí-lhe glória; porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e e o mar, e as fontes das águas”.
Há um só Evangelho (Gálatas 1:8). Este Evangelho é eterno no plano de Deus, desde a fundação do mundo (leia Romanos 3:25; Efésios 3:9,11; Colossenses 1:26; I Pedro 1:20). O Evangelho pregado nessa ocasião é o do reino (Mateus 24:24), cujos pregadores serão os fiéis restantes do povo de Israel e os gentios salvos como através do fogo.
Anjo, aqui, não prova ser uma criatura angelical. Anjo significa mensageiro, e esse mensageiro pode ser um homem. Podemos dizer: É um portador das boas novas com uma mensagem escrita, própria para a época. A mensagem distingue-se do Evangelho da graça, pelo espírito. Na graça a mensagem é amor e Misericórdia, mas aqui a mensagem é de juízo.
O Evangelho eterno significa o Evangelho da época, com a mensagem às Nações, trIbos, línguas e povos, como uma ordem expressa vinda do Trono: “Temei a Deus e daí-Lhe gloria: porque vinda é a hora de Seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (leia o Salmo 96).
TERCEIRA VISÃO (14:8) OUTRO ANJO ANUNCIA A QUEDA DA BABILÔNIA
VERSÍCULO 8 “E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu! Caiu Babilônia, aquela grande cidade que a todas nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição!”
Um segundo anjo anuncia a queda da grande Babilônia. Este epíteto, tomado de Daniel 4:20, está ligado ao nome de Babilônia (Apocalipse 17:5), que significa grande confusão ou pandemônio. Babilônia é uma figura de iniqüidade religiosa; não é propriamente a Igreja Romana em si, Omo dizem, mas uma comunhão de credos, igrejas e seitas dentro da própria cristandade, liderada ecumenicamente pela Roma papal (Apocalipse 17:9; leia I Pedro 5:13). Sua queda é celebrada por antecipação, de acordo com Isaías 21:9; e está descrita nas visões de Apocalipse 17 e 18, onde Babilônia é vista como uma mulher que deu de beber e embriagar a todas as nações com o vinho de sua fornicação, o que equivale a dizer: arrastou à idolatria (Jeremias 51:7).
QUARTA VISÃO (14:9-12)
UM TERCEIRO ANJO ANUNCIA O JULGAMENTO DOS ADORADORES DA BESTA
VERSÍCULO 9 “E seguiu-se o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta e a sua imagem, e receber o sinal na testa ou na mão..”
VERSÍCULO 10 “…também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira e será atormentado com fogo enxofre diante dos santos e diante do Cordeiro”.
VERSÍCULO 11 “E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não tem repouso, nem de dia nem de noite, os que adoram a besta e a sua Imagem, e não recebessem o sinal na teta ou na mão” (Apocalipse 13:15,16).
No apogeu de sua vanglória diziam: “Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhas contra ela?” (Apocalipse 13:4). Agora a sentença saiu do Trono, com dura manifestação do juízo de Deus contra os adoradores da besta.
Alguns são levados a desculpar-se: receberam a marca na testa, mas não no coração; porém, nenhum culpado poderá evitar o juízo de Deus (Salmo 75:8; Isaías 51:17; Jeremias 25:15) e Deus não tem “o culpado por inocente” (Êxodo 34:7; Números 14:18; Naum 1:3).
“O vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado”. O vinho é derramado puro, isto é, o juízo será sem misericórdia.
“Será atormentado com fogo e enxofre”. Este tormento terrível será individual: cada um padecerá eterno sofrimento (leia Apocalipse 20:10; 21:8).
Ao fogo, pra torná-lo muitas vezes mais quente, é adicionado enxofre. O reino de Sodoma e Gomorra foi destruído com fogo e enxofre, que o Senhor fez chover desde os céus (Gênesis 19:24). A segunda morte é a eterna separação de Deus “no lago que arde com fogo e enxofre” (Apocalipse 21:8), lugar onde serão atormentados, para sempre, os adoradores da besta, e isto na presença dos santos anjos e do Cordeiro, que lhes aparecem na glória, cuja presença lhes aumentará o remorso e a dor (Lucas 16:23).
“E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre”. A fumaça produzida pelo fogo e o enxofre daquele lago é eterna (Isaías 34:10).
Seu suplício é sem fim e nunca terão repouso. Só em Cristo está o descanso para a alma aflita (Mateus 11:28), graças a Deus. Porém, “horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hebreus 10:31).
VERSÍCULO 12 “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”.
João, diante de tão assombroso quadro, exorta os santos à paciência e á perseverança (leia Apocalipse 13:10) e a guardarem fielmente os mandamentos de Deus: “Porque esta é a caridade de Deus; que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados” (I João 5:3; leia Miquéias 6:8; João 14:15,21,23; II João 6). Paulo diz: “Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome, para que, segundo as riquezas da Sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo Seu Espírito no homem interior, para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade; e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus”.(Efésios 3: 14-19); “Se, na verdade, permanecendo fundados e firmes na fé, e não vos moverdes da esperança do Evangelho que tendes ouvido, o qual foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro” (Colossenses 1:23).
Parafraseemos o texto: Aqui está a recompensa dos santos, adquirida pela sua paciência e pela fiel guarda dos mandamentos de Deus e da fé em Jesus.
QUINTA VISÃO (14:13). A BEM-AVENTURANÇA DOS MORTOS
VERSÍCULO 13 “E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam”.
Uma voz do Céu, a voz de Cristo (10:4), ordena a João escrever, especialmente para encorajar aos que recusavam aceitar o sinal da Besta.
Eles, que não receberam o selo do Espírito Santo como os crentes fiéis de hoje; que consideram a morte uma derrota infringida pelo inimigo, e não apenas uma transição para uma vida melhor em Deus, precisavam de uma afirmativa consoladora da parte de Deus, que lhes garantisse a vida do além túmulo.
Aqui está o Senhor respondendo e ordenando a João escrever: “Bem-aventurados (felizes no superlativo) os mortos que desde agora morrem no Senhor”;
Não é exclusivamente sofrer o martírio; é, do modo geral, morrer firme em Cristo (I Coríntios 15:20; I Tessalonicenses 4:16). O Espírito Santo lhes afirma ainda que, embora venham a perder o fruto de seus trabalhos aqui na Terra, as suas obras os seguem; hão de receber tudo em glória no Céu, sem fadigas e sem sofrimentos.
Será grande o contraste entre “os bem-aventurados mortos” e os que receberam a marca da besta; aqueles que descansam dos seus trabalhos, mas estes não têm repouso nem de dia nem de noite, e o fumo do seu tormento sobe para todo o sempre.
SEXTA VISÃO (14:14-16) – A CEIFA DA TERRA
VERSÍCULO 14 “E olhei, e eis uma nuvem branca e, assentado sobre a nuvem, um semelhante ao Filho do homem, que tinha sobre a cabeça uma coroa de ouro e, na mão, uma foice aguda”
VERSÍCULO 15 “E outro anjo saiu do templo, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice e sega! É já vinda a hora de segar, porque já a seara da terra está madura!”
VERSÍCULO 16 “E aquele que estava assentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi segada”.
O Senhor Jesus Cristo apresenta-se aqui como o Filho do homem. Com este título Ele se apresentará quando vier para reinar sobre o mundo (leia Daniel 7:13; Mateus 24:30,31; Apocalipse 1:7).
“A ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos; o trigo é separado do joio” (Mateus 13:36-43). É o cumprimento de Joel 3:12-17); quando as nações são congregadas no vale de Josafá, para juízo (Joel 3:2, 11-14). Esta é apenas uma visão simbólica daquele juízo.
Alguns intérpretes dizem que o personagem do versículo 14 não é Cristo, porque recebe ordem de outro anjo (versículo 15), e sua ação é paralela à do anjo do versículo 17. Mas aqui, o anjo não está dando ordem e sim, à semelhança dos três anjos dos versículos 6,7, 9 que anunciavam o juízo, também sai do santuário (11:9), de junto de Deus, e publica a sentença.
SÉTIMA VISÃO (14:17-20) – A VINDIMA DA TERRA
VERSÍCULO 17 “E saiu do templo, que está no céu, outro anjo, o qual também tinha uma foice aguda”.
VERSÍCULO 18 “E saiu do altar outro anjo, que tinha poder sobre o fogo, e clamou com grande voz ao que tinha a foice aguda, dizendo: lança a tua foice aguda e vindima os cachos da vinha da terra, porque já as suas uvas estão maduras!”
VERSÍCULO 19 “E o anjo meteu a sua foice à terra, e vindimou as uvas da vinha da terra, e lançou-as no grande lagar da ira de Deus”
VERSÍCULO 20 “E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios”
Dizem grandes teólogos: “A vinha da terra compreende toda apostasia religiosa do mundo: “É o dia da vingança do nosso Deus”. Cumprir-se-á, finalmente, o Salmo 83. As suas palavras são aplicáveis a esse tempo do fim (Isaías 34:1-8; Jeremias 25:15,16,30,31)”
Por antecipação, João viu como será realizado o grande triunfo do povo de Deus: O grande e poderoso exército, cujo número irá muito além da perspectiva humana (Apocalipse 9:13-21), com toda a sua”armadura do inferno”: fogo e enxofre, lança-se, numa cena indescritível contra Israel, com todo ardor maligno.
“Jerusalém será tomada, as casas saqueadas, as mulheres forçadas e a metade dos habitantes será arrastada para o cativeiro” (Zacarias 14:2).
Dentro da maior angústia e desmaiando ante o terror aflitivo implantado no momento, sofrendo a mais cruel dor importa pelos instrumentos de Satanás, será Israel arrastado ao martírio e ao degredo.
Justamente, na planície de Jezreel, nas terras de Megido; no mesmo local onde serviu de teatro as mais sangrentas lutas de Israel, onde os israelitas por ação de Baraque derrotaram Sísera (Jeremias 5:19,20). Onde Azarias lutou contra Jeú (II Reis 9:27). Faraó Neco contra Josias (II Reis 23:29), etc., nesse mesmo lugar onde Zacarias, lembrando esse último encontro, profetizou ser o ponto central do juízo de Deus.
Apressando-se, em socorro de Israel, vem do Céu seu glorioso e sublime Messias à frente de suas hostes celestiais (Apocalipse 19:11-16).
Cumprir-se-á Apocalipse 16:15: Cristo vem também como vem um ladrão, subitamente sobre as hostes que se arrasam. Estarão em plena luta: Israel sendo arrastado e massacrado, todos em verdadeira carnificina e destruição total; serão surpreendidos pela presença majestosa do Senhor. Tomados de surpresa, muito embora fosse plano de Satanás evitar a manifestação de Jesus em glória, ficarão os grandes exércitos em verdadeiro pânico e procurarão fugir, juntamente, quando se cumprirá a seguinte passagem: “…e diziam aos montes aos rochedos: Cai sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?” (Apocalipse 6:15-17) [Jesus Cristo é o Salvador de toda a humanidade, em todas as épocas].
O alvo principal é destruir o povo de Israel, mas essa ação trará vingança de Deus sobre as nações opressoras: “O dia da vingança está no meu coração” (Isaías 63:4); “Porque a indignação do Senhor está sobre todas as nações, e o seu furor sobre os exércitos delas; Ele as destruiu totalmente e as entregou à matança” (Isaías 34:2).
“O lagar foi pisado fora da cidade” (versículo 20). Jerusalém é a cidade em referência. Fora da cidade significa a Palestina em seu todo – 41.000 quilômetros quadrados. Diz Joel, em sua visão profética desse mesmo acontecimento: “O lar está cheio”.
“E saiu sangue do lagar, até os freios dos cavalos”. Será muitíssimo mais horrendo que a destruição de Jerusalém no na o 70 d.C., quando, diz o historiador Josefo, na cidade correu tanto sangue, que o fogo em muitas casas se apagou.
“Pelo espaço de mil e seiscentos estádios”. Formar-se-á um grande rio de sangue, cuja torrente atingirá 50 quilômetros, mas ou menos.
As visões de Apocalipse 14 chegam evidentemente ao término dos julgamentos na própria vinda do Senhor. A manifestação do Anticristo é respondida pela manifestação de Jesus Cristo que, como o dia, termina a noite. Nas taças de Apocalipse 16 há a destruição do mal, enquanto as visões anteriores classificam, de maneira divina, os objetos da ira. As taças dão-nos detalhadamente a sucessão dos acontecimentos.
EBENÉZER !!!!!

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