18 de fevereiro de 2013

 
 
Autoria do Reverendo Romeu Maluhy, pastor da Igreja Presbiteriana


Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo

Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã

Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo
 
02 – A HORA DA REDENÇÃO
 
 

            O Brasil busca sua redenção econômica para complementar sua independência política.

            Todos os setores do Governo se movimentam – todas as instituições procuram fazer a sua parte – e a Igreja? – cabe prover os meios adequados para uma verdadeira redenção espiritual. Isto não é apenas um item a mais no plano geral do desenvolvimento, mas servirá de base sobre a qual será, de fato, possível levantar, em segurança, todo o edifício da vida nacional.

 

I – REDENÇÃO: SÓCIO – ECONÔMICA

 

            Igreja não é empresa; cabe à Igreja

 

1)      – anunciar que nem só de pão material vive o homem;

2)     – advertir contra os abusos do poder econômico;

3)     – procurar impedir o processo de massificação que, pondo em 1º lugar o

              fator econômico, ameaça destruir a pessoa humana.

 

II – MAIS CONHECIMENTO DA BÍBLIA

 

            Sem base doutrinária, o esforço de redimir espiritualmente a nossa gente será inteiramente frustrado. Principalmente porque nosso povo professa uma religião mais baseada em tradições do que no ensino das Escrituras.

 


RESPONSABILIDADE DA DIFUSÃO DA PALAVRA DE DEUS

 

1)      Sociedade Bíblica (ou Imprensa Bíblica Brasileira):

2)     Contribuintes que, no Dia da Bíblia, fazem suas ofertas para dar a Bíblia à

Pátria;

3)     Cada cristão consciente, que ama a sua gente e deseja vê-la redimida aos

pés de Cristo.

      A – Não se trata de saber qual a instituição que imprime e distribui a Bíblia,

            mas de se determinar quem sustenta essa instituição nessa tarefa;

      B – Infelizmente, muitos só se lembram (quando se lembram…) de sustentar a

             Obra no 2º domingo de dezembro (é pouco).

      C – A divulgação exige esforço pessoal e não apenas a entrega de uma oferta

             (embora isso seja indispensável).

 

III – O CRISTO DOS EVANGELHOS

 

            Nosso povo só será libertado espiritualmente no dia em que os brasileiros:

a)     conhecerem melhor a vida e os ensinos de Jesus de Nazaré;

b)     sua fé estiver centralizada no Cristo crucificado, no lugar de um simples

crucifixo;

c)      os cristãos se preocuparem mais com a missão da Igreja do que com sua

organização eclesiástica.

 

IV – RELIGIÃO E CARÁTER

 

            Nosso povo foi educado de modo a pensar que sua crença nada tem a ver com o tipo de comportamento que apresenta. Logo devemos pregar-lhe o Evangelho.

1) Mínimo de palavras e máximo de ações que comprovem nossa fé em Cristo  Jesus;

2) Atacando menos os aspectos negativos da crença tradicional de nossos patrícios e fazendo mais para que eles conheçam o tipo de vida que Cristo nos apresenta; sendo tão honestos, justos e misericordiosos que nossos parentes, amigos e vizinhos sintam vontade de experimentar também a religião que professamos.

 

WILL B. HOUGTON – Livros – informação

                                    Bíblia – transformação

WALTER B. KNIGTH – Aquele que vê a mão de Deus em todas as coisas, deve

                                      deixar todas as coisas em Suas mãos.

ADORAR – sentido geral = servir a Deus.

 

1)      PREPARO DE UM ADORADOR : O homem natural não está em condições para servir a Deus aceitavelmente – seu preparo começa com:

a)     uma entrevista com o Salvador – (este é o esforço do evangelista:

conseguir que seu ouvinte venha a achar-se na presença de Cristo.

b)     sentir confiança e liberdade em se abrir com Jesus.

c)      a consciência despertada para julgar todo o seu passado na

presença do Senhor;

d)     descobrir que é conhecido mas não condenado pelo Salvador.

2)     OBJETIVO DO ADORADOR : O Pai, revelado em Cristo. 

Adorável porque Deus:

1)      se manifesta em graça para com os mais indignos;

2)     sabe servir à nossa mais urgente necessidade espiritual;

3)     não somente perdoa mas protege;

3)     AS CONDIÇÕES DE UM ADORADOR: “em espírito e verdade”, necessitando de:

I – exercício espiritual, mas não uma exibição intelectual ou uma

     despesa material com vestimentas, incenso, música, etc.

 

II – conhecimento e apreciação da verdade  do Evangelho, tão positivo, tão profundo que transborda em louvor e adoração.

   4)   O SERVIÇO DE UM ADORADOR: Testemunhar do seu Salvador, ainda que

         isto importa a confissão de que Ele sabe “tudo quanto tenho feito”.

 

EBENÉZER!!!

     

 

 

 

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