Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo
Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã
Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo
2 – A CONSCIÊNCIA
COMO CRIAR UM DELINQUENTE
“Estes mostram a norma da Lei, gravada nos seus corações,
testemunhando-lhes também a consciência, e os seus pensamentos
mutuamente acusando-se ou defendendo-se” (Romanos 2:15)
De nada valeria ao homem o dom da liberdade se, em face de um ato seu ou do próximo, ele não pudesse classificá-lo como bom ou mau.
Por isso Deus a completou com a consciência que, como diz o texto acima, não só o habilita a fazer a referida distinção, mas também a condenar o mal e aprovar o bem. Fica ele assim com os dois caminhos diante de si para ir à direita ou à esquerda.
Essa capacidade, segundo a moral naturalista, resulta da experiência que o homem adquire de como deve portar-se no seu meio social.
Embora isso seja, em parte, verdade, deixa de lado a essência do fenômeno psíquico. Não é bastante, saber-se, ter olhos para perceber a beleza de um quadro, pois só o senso do elo, e na medida do seu desenvolvimento, no-lo faz apreciar. Assim não bastam as relações das nossas faculdades mentais com a sociedade para que adquiramos a capacidade de distinguir entre o bem e o mal e julgá-los.
O Bem do mesmo modo que o Belo transcende à nossa mente e experiência porque é um atributo eterno de Deus. Tendo o homem, porém, sido criado à imagem e semelhança de Deus recebeu, para seu crescimento moral, o dom da consciência que é despertada sim, e desenvolvida pela experiência, mas não produzida ou criada por ela. Reflexo da natureza divina na humana, o senso moral preexiste e condiciona a sua própria experiência, como a semente à planta; ainda que, como a semente antes de plantada, ele também, antes das lutas da vida, é mera potencialidade.
A providência divina porém provê que o referido dom seja despertado pela experiência e então, ele surge na alma com a autonomia e autoridade do Bem eterno. Isso explica o fato admirável de submeter-se o homem ao veredicto da consciência mesmo quando o faz sofrer com remorsos. No julgamento de um ato moral a personalidade humana se desdobra, há o indivíduo julgado e o que julga.
A consciência então, representando a justiça divina, Assume o papel de juiz e aprova ou condena rigorosamente. Daí os remorsos ou a satisfação que ela produz.
Oração: Ó Deus, permite que sejamos obedientes à Tua voz nos avisos da consciência a fim de que a luz que há em nós, não se converta em trevas.Pelo amor de Jesus. Amém.
(Extraído do livro: Meditações Cristãs – Alfredo Borges Teixeira)
COMO CRIAR UM DELINQÜENTE
Dez regras fáceis para definir a melhor maneira, de fato as mais eficientes, para formar um delinqüente:
- Comece na infância a dar ao seu filho tudo o que ele desejar. Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar todo o que ele desejar.
- Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isto o fará considerar-se engraçado.
- Nunca lhe dê qualquer orientação religiosa. Espere até que ele chegue aos 21 anos e “decida por si mesmo”.
- Apanhe tudo que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.
- Discuta com freqüência na presença dele. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
- Dê-lhe todo dinheiro que quiser. Nunca o deixe ganhar o seu próprio dinheiro. Por que terá ele que passar pelas mesmas dificuldades que você passou?
- Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar, pode acarretar frustrações prejudiciais.
- Tome sempre o partido dele contra vizinhos, professores e policiais. (Todos têm má vontade para com seu filho).
- Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa:
“Nunca consegui dominá-lo”. - Prepare-se para uma vida de desgostos. É O SEU MERECIDO DESTINO?!
EBENÉZER !!!!!

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