19 de fevereiro de 2013
 
 
 
  
Autoria do Reverendo Romeu Maluhy, pastor da Igreja Presbiteriana


Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo

Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã

Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo

 
 
 

18 – NOVO CÂNTICONÃO PERMITA…

 

Conhecimento dos hinos e como cantá-los:

 

 

            Os hinos expressam atitudes diferentes do espírito e, por isso, não podem ser cantados da mesma maneira.

            A mensagem de cada hino, para ser transmitida, deve ser entendida. A linguagem do apóstolo Paulo isso significa cantar com a mente. (I Coríntios 14:15).

 

COMO CONDUZIR A CONGREGAÇÃO AO ESPÍRITO DO HINO

            Antes de tudo, os hinos deverão ser escolhidos com um propósito definido no contexto do programa do culto, de uma devocional, ou de qualquer outra reunião.

 

A RESPONSABILIDADE MAIOR CABE AO DIRIGENTE AO ANUNCIAR O HINO

            É aconselhável não ler a letra, embora muitos gostem de fazê-lo. Poucas pessoas, ao ler um poema, o fazem com a expressividade de um declamador. Uma leitura comum poderá depreciar o valor literário do poema.

Não deve “apelidar” o hino de número. Todos os hinos possuem título. Substituindo o nome pelo número é uma maneira de despersonalizá-lo e, de uma certa forma, depreciar a sua mensagem.

            É muito comum anunciar o hino dizendo: “Vamos louvar a Deus com o hino tal. Nem todos os hinos são de louvor. No caso, só quando forem realmente forem hinos de louvor. São de testemunho, de edificação, apelo, consagração, etc.

            Para que os hinos sejam cantados no espírito a que são propostos e tenham seu real sentido, devem:

  1. Ser escolhidos com um propósito definido e enquadrado no contexto do culto.
  2. Ser usados para afirmar, confirmar e proclamar, verdades bíblicas e para mostrar e despertar atitudes do espírito na congregação durante o culto;
  3. Ser anunciados através da mensagem de cada um, como parte do que está se fazendo ou como preparação para o que se vai fazer ou dizer. E, finalmente, mencionado o título e o número.
  4. Ser cantados como meio de expressão  de nossa fé e crença, no contexto            dessas experiências, de forma a despertar nos outros um sentimento de             fé e expressão.

 

A SEGUNDA MAIOR RESPONSABILIDADE É DO (a) ORGANISTA

            Ele (a) deve tocar, não dois ou três compassos como introdução, mas a música da estrofe e do côro, no ritmo exato e andamento adequado ao espírito do hino. Para isso, alguns organistas necessitam de treinar e receber orientação acerca da dinâmica, andamento e interpretação das músicas nas suas diferentes mensagens.

 

A TERCEIRA PESSOA RESPONSÁVEL É O REGENTE

            O regente não deve ser apenas um condutor de música, ou um marcador de compasso, mas sobretudo, um intérprete fiel do que canta, para estímulo e Inspiração da congregação.

            A postura do regente à frente da congregação não é menos importante do que a do pastor. No artigo “A importância do louvor”, publicado em fevereiro de 88, vimos as credenciais e funções dos músicos, estabelecidos pelo rei Davi por ordem de Deus.

            Na concepção de alguns, cantar hinos é ultrapassado, para outros,é tradição. A realidade é que uma grande maioria das Igrejas está deixando de usar hinos. Encarando essa realidade, temos de admitir o seguinte:

I – Os hinos cantados hoje são os mesmos de um século atrás. Os crentes de gerações passadas aprenderam “uma dúzia e meia” de hinos, passaram-nas às gerações seguintes e, até hoje, esses hinos são cantados e muitos deles de forma incorreta e sem expressão. Como não há renovação do repertório com o aprendizado de novos hinos, e uma  atualização na forma de cantá-los, dizem serem eles ultrapassados.

II – Dificuldades na maneira de cantar. No passado, por se ouvir menos música, cantava-se mais. Não existiam instrumentos nem órgãos eletrônicos nas Igrejas. O instrumento sado era o harmônio, que por ter uma tonalidade móvel possibilitava a todos cantar sem esforço. Adultos, jovens e crianças cantavam nas igrejas, nos lares, nos cultos públicos. Quantas pessoas aceitaram o Evangelho pelas mensagens dos hinos! Hoje, ouve-se mais som e canta-se menos. Os instrumentos que acompanham os hinos são de tonalidades fixas e indispõem as pessoas de vozes mais graves a cantar, especialmente jovens, na fase de mudança de voz. Um dos critérios do Hinário Presbiteriano “Novo Cântico” foi transpor os hinos para uma tonalidade cômoda a todas as tessituras vocais.

III –  Dificuldades no acompanhamento dos hinos.

Poucas igrejas têm organistas e poucos organistas tocam os hinos no andamento certo e no espírito da mensagem. A maioria toca como se todos fossem iguais em andamento por vezes, muito lento ou muito rápido, sem interpretação ou expressão. A forma coral dos hinos dificulta a execução, especialmente para os pianistas, por isso é necessário, o treino dos hinos antes de se acompanhar a congregação. Os instrumentistas, para realizarem bem o seu trabalho, precisam de tempo para o estudo. Deveria ser do interesse da Igreja remunerar os organistas e pianistas, a fim de que eles se tornem mais responsáveis e mais eficientes na execução dos hinos e no trabalho com a música de um modo geral. No ministério da música dos tempos bíblicos, os músicos eram renumerados. Em Neemias 12:47 lemos: “Pelo que todo o Israel, já nos dias Zorobabel, e nos dias de Neemias dada as porções dos cantores e dos porteiros a cada um no seu dia”. “Porque àquelas câmaras os filhos de Israel e os filhos de Levi devem trazer ofertas alçadas do grão, do mosto e do azeite, porquanto ali estão os vasos do santuário, como também os sacerdotes que ministram, os porteiros, e os cantores; e que assim não desamparamos a casa de nosso Deus” (Neemias 10:39).

IV- A falta de um agente à frente da congregação.

Uma das grandes deficiências do canto congregacional, em nossas igrejas, é A falta de um bom regente à frente da Congregação. Parece que há alguns que não aceitam esse princípio instituído pelo rei Davi, que designou músicos para dirigiremo canto e os cantores no templo. Estes são pois os que Davi constituiu para dirigir o canto da casa do Senhor, depois que a arca teve repouso” (I Crônicas 61). “E foram os levitas: Jesua, Binui…e seus irmãos presidiam os louvores (Neemias 12:8). Deve-se ter um bom critério na escolha das letras e músicas dos hinos. Para isso é necessário ter um real conhecimento de Deus e um propósito definido. Boas letras são as que mostram fidelidade aos ensinamentos bíblicos, as que têm boa forma poética e demonstram maturidade espiritual. Boas músicas são as que podem conduzir a todos indistintamente ao espírito do culto e que expressem fielmente a mensagem da letra. Certamente que essas e outras deficiências no campo musical só serão supridas quando a visão do ministério da música for despertada em nossa denominação. Cremos que com o preparo musical adequado dos pastores e dos que, por vocação, haverão de se dedicar ao ministério da música, todos esses ensinamentos serão vistos na prática e com resultados surpreendentes. Esforcemo-nos e oremos para que esse sonho de anos se torne uma realidade. (Extraído do Brasil Presbiteriano-maio de 1988).

 

NÃO PERMITA

Que o amor a Jesus venha a diminuir em sua vida …

Que o zelo que você tem com a igreja venha a ser minado…

Que uma discordância que você tenha tido com alguém se transforme em 

        Inimizade…

Que a frieza espiritual invada a sua vida…

Que uma advertência feita você se transforme em destruição…

Que os outros o tenham na conta de “crente de 3ª classe”…

Que a sua língua profira palavras torpes…

Que por sua conduta, alguém se afaste de Cristo…

Que uma simples “dor de cabeça”, o impeça de vir à Igreja…

Que o seu “sorriso fraternal” se esconda em seu rosto…

Que você se julgue superior aos outros…

Que os “problemas da vida” tirem sua comunhão com Deus…

Que o seu “gênio” o derrote…

Que os outros “paguem” pelos seus erros…

Que você venha a ser “pedra de tropeço” para a Igreja.

Que os “mas pensamentos” se aninhem em sua mente…

Que você venha a ser tido como sendo sempre “do contra”…

Que por sua falta de interesse alguém não aceite a Cristo…

Que um pecado perdure sem pedir a Cristo o seu perdão…

Que a preguiça o faça chegar atrasados à Igreja…

Que passe um ia sem falar de Cristo a alguém…

Que a bênção de hoje seja desperdiçada…

 

 

 

EBENÉZER !!!!!

 

 

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