18 de fevereiro de 2013
 
 
Autoria do Reverendo Romeu Maluhy, pastor da Igreja Presbiteriana

Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo

Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã

Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo

 
 
CAPÍTULO 9: 1-21
 

A QUINTA E SEXTA TROMBETAS

 

 

 

VERSÍCULO 1“E o quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela que do céu caiu na terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo”

            Há um “ai” ligado a cada uma das últimas trombetas. Os cento e quarenta e quatro mil israelitas assinalados são preservados por Deus da catástrofe dos “gafanhotos”. A quinta trombeta é juízo especial sobre os apóstatas.

            “Caiu do céu uma grande estrela”. Caiu não significa que foi derribada do céu, mas que veio com permissão de Deus (leia II Tessalonicenses 2:11,15).

Verifica-se, igualmente, que a “estrela” já é vinda, isto é, já estará em evidência; por isso, podemos julgar ser ela a mesma estrela referida em Apocalipse 8:10,11.

Compreendemos, assim, que nessa ocasião será investido no poder máximo de sua hierarquia o grande chefe religioso, assumindo a liderança plena da “Babilônia Mística”, a falsa agremiação religiosa formada pela cristandade alienada de Deus, que ecumenicamente agirá sob a mesma bandeira.

A sede do seu governo permanecerá mesmo em Roma, de onde manterá perfeita ligação e entendimento com a Besta.

            “Foi-lhe dada a chave”. A chave foi dada a Satanás, “o rei”, o “anjo do abismo”, Abadom ou Apoliom (versículo 11). Chave simboliza autoridade, domínio, posse (Mateus 16:19). Deus entregou a Adão o domínio de todas as coisas criadas (Gênesis 1:26-30); porém Satanás conquistou a posse desse domínio levando o homem a pecar (Gênesis 3:6). O pecado é a verdadeira imagem do Diabo; o pecado faz a separação entre Deus e os seres humanos (Isaías 59:2), e pela ação do pecado o corpo, a alma e o espírito do homem são sujeitos à condenação (Romanos 6:12). Com isso o homem perdeu o direito de posse e domínio do que lhe foi entregue por Deus, passando-o às mãos de Satanás, o “príncipe deste mundo” (João 14:30; 16:11), dando-lhe a ousadia de oferecer a Jesus esse domínio, quando o tentou (Lucas 4:6,7).

            Graças a Deus, Cristo venceu por nós (Romanos 12:18,19; Hebreus 2:9; leia João 12:31,32). Com a morte de Cristo na cruz, a redenção foi consumada (João 19:30) e garantida a vitória a todo aquele que crê (João 16:33; Romanos 8:37).

            Pedro afirma: “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão” ver

(I Pedro 3:18,19).

            Cristo foi pregar a sua vitória (não o arrependimento ou a salvação) e fazer cumprir tudo o que foi dito a Seu respeito (Isaías 42:7; 49; 62:1). “Dar liberdade aos presos” não fala só no sentido espiritual, mas também no literal.

Cristo, pela vitória de Sua morte, soltou das prisões eternas os que jaziam encarcerados sob o poder da Morte e do Inferno e levou para o Paraíso de Deus (II Coríntios 12:4) todos os mortos dignos de salvação que jaziam no Hades (casa dos mortos).

            Nessa ocasião, Cristo tomou as “chaves da morte e do inferno” (Apocalipse 1:18), isto é, arrebatou das mãos de Satanás todo o domínio e força, cumprindo-se o que afirmou aos seus discípulos: “É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mateus 28:18). Mas isto ainda não sujeitou todas as coisas (I Coríntios 15:27,28; Hebreus 2:8), em caráter material sobre o Universo, pois “o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte” (I Coríntios 15:28; Apocalipse 20:14). Cristo é o dominador, o Todo-Poderoso sobre a Igreja fiel (Apocalipse 18), o guia e o guardador de Seu povo (João 5:24; leia Romanos 8:1; I João 5:18).

Mas, conforme esta visão (que estamos estudando), será permitido a essa “estrela”, ou “grande líder”, abrir a porta aos demônios (Lucas 8:31), e soltar essa casta voraz e perigosa (os que estão encerrados no “poço do abismo”) para esse juízo (II Pedro 2:4; Judas 6), para assim serem julgados aqueles que não obedecem à doutrina do Senhor, “os que não têm esta doutrina” (Apocalipse 2:24).

            Estes são os que aceitam o ensino herético que a Igreja Romana abraçou  já no quarto século da era cristã (leia Apocalipse 2:24). Esse falso ensinamento era doutrina de pagãos, isto é, das nações que viviam sem Deus; praticando toda espécie de idolatria e cultos aos demônios. Penetrou na Igreja de Cristo naquela época, como já havia penetrado em Israel anteriormente (Ezequiel 16).

            Hoje, é uma tristeza contemplar e meditar na situação espiritual em que está o mundo: a idolatria é praticada com todo acinte contra os céus (Êxodo 20:3-6; Deuteronômio 5:7; Salmo 97:7; Jeremias 25:26; Lucas 26:1,13).

O Espiritismo (o irmão gêmeo da idolatria e fruto da mesma doutrina), disfarçado em todas as suas ramificações: Quiromancia, Cartomancia, Grafologia, Hidromancia, Astrologia espírita, bem assim o “Espiritismo Profissional” chamado “pseudo cristão, com a sua linhagem: Candomblé, Umbanda, etc., formando uma série de atos de feitiçaria e de demônios que andam juntos, também com o “Espiritismo Científico”, muito usado em nossos dias (José Arigó e outros), tudo isso representa, desde algum tempo, o verdadeiro culto aos demônios. (Leia com atenção: Êxodo 22:18; Levítico 19:26,31; Deuteronômio 18:9,12; Isaías 8:19,20).

            Em conseqüência disso, a corrupção assola, motivando os desequilíbrios mentais, as loucuras em diversos graus, as possessões e as opressões malignas de toda espécie, confundindo jovens e velhos nos mesmos sentimentos “avançados” de um mundo corrupto. Se agora já é assim, como hão de ser aqueles dias, quando todos os demônios estarão soltos e agirem com toda a liberdade, com ações mais que malignas, fazendo “ciranda” com os homens?!

            “Do poço do abismo”. Não se diz apenas “do abismo”, mas “do poço do abismo”, demonstrando o lugar mais abaixo do abismo. Lugar onde foram encarcerados os anjos rebeldes, “que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação (Judas 6; leia II Pedro 2:4).

            Lendo em Gênesis 1:1-3 encontramos o versículo 2 com um grande parêntese, cobrindo um longo espaço de tempo entre os dois versículos.

Meditando bem podemos observar o seguinte:

            “No princípio criou Deus os céus e a terra”. O versículo 2 diz: “E a terra era sem forma e vazia”. Segundo o profeta Isaías, Deus não a criou vazia, pois foi logo habitada (Isaías 45:18), mas houve uma desolação, uma transformação na sua superfície, e foram  dispersos os seus moradores (Isaías 23:1).

            Pelos dizeres de Judas 6 e I Pedro 2:4, admitimos que a Terra era habitada por anjos. Pelas evidentes provas de vida animal há milhões de anos na Terra por escavações e estudos feitos por geólogos, com a descoberta de grandes ossadas de monstruosos animais pré-históricos, admitimos a hipótese de ser essa época a idade áurea dos répteis, que eram os habitantes animais da primitiva Terra.

            Assim, há quem afirme que, depois da sua queda, o grande querubim (Ezequiel 28:11-27: leia Isaías 14:12-15) passou a conquistar os anjos habitantes da Terra, conseguindo inúmeras adesões. Por este motivo, Deus ordenou aos anjos fiéis que se recolhessem ao Céu e mandou aprisionar no poço do abismo, em escuridão e prisões eternas, até o juízo daquele grande dia, que é justamente a época que estudamos, todos os anjos habitantes da Terra que aderiram a Satanás.

            (O Diabo, a grande serpente, com os demais que caíram do Céu, foi expulso pelo cataclismo de que já falamos em Apocalipse 6:12-17, item 4 do nosso comentário.

            E o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas como guarda e protetor daquela criação que agora estava transformada em um verdadeiro caos, numa desolação profunda e incompreendida. Com a expulsão, Satanás passou a habitar com seus súditos no espaço, tornou-se chefe das potestades do ar (Efésios 2:2). Mesmo assim, Satanás ficou com livre entrada na Real Câmara, perante o trono, onde comparecia para trazer suas acusações contra os santos do Senhor neste mundo (I Reis 22:19-23; Jô 1:6; 2:1; Lucas 23:31,32).

            “E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas” (Gênesis 1:2); “Observei a terra, e eis que estava vazia; e os céus, e não tinham a sua luz” (Jeremias 4:23). Assim é descrito o estado em que ficou a primitiva terra depois do cataclismo, antes de ser recriada, e antes do aparecimento da luz; abismo, desolação, confusão era o estado dela. Da ação da terceira pessoa da Trindade saiu toda a beleza que contemplamos no nosso grande mundo.

            “E disse Deus: Haja luz. E houve luz” (Gênesis 1:3). Notamos que a luz não foi criada naquele momento. Aqui o bondoso Criador interveio, separando a grande massa de fragmentos misturada com nevoeiros espessos, e deixando a luz livre para brilhar.

            “Disse Deus: Haja luz” (Fiat luz) – como alguém que acende um interruptor elétrico. – “E houve luz”. Em sequência, agradou-se Deus desse pequeno fragmento da “grande esfera” que explodiu, no qual habitamos, e que não era nem redondo nem quadrado; não tinha forma descritível, mas aprouve a Deus recriá-lo, pondo em perfeita ordem tudo o que fora destruído pelo cataclismo.

Somente no quarto dia da criação é que Deus organizou o sistema planetário, colocando luz no fragmento grande, o “luzeiro maior” para governar o dia.

            Colocou a Terra agora recriada entre os demais fragmentos, também já organizados e recriados, que mais tarde foram chamados de planetas, deu como satélite à nossa Terra o luzeiro menor, com a finalidade de governar a noite (Gênesis 1:14-18). Assim foi feito o nosso sistema planetário, que é formado de nove planetas já descobertos, além de outros pequenos satélites que seguem a órbita do Sol e vivem sob a influência do astro-rei, uma estrela de quinta grandeza.

VERSÍCULO 2“E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como a fumaça de uma grande fornalha e, com a fumaça do poço, escureceu-se o sol e o ar”.

VERSÍCULO 3“E da fumaça vieram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado o poder como o poder que têm os escorpiões da terra”.

VERSÍCULO 4 – “E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem à verdura alguma, nem à árvore alguma, mas somente aos homens que não têm na testa o sinal de Deus”.

VERSÍCULO 5“E foi-lhes permitido que não os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem; e o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião quando fere o homem”,

VERSÍCULO 6“E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles”,

VERSÍCULO 7“E o aspecto dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre a sua cabeça havia umas como coroas semelhantes ao ouro; e o seu rosto era como rosto de homem”.

VERSÍCULO 8“E tinham cabelos como cabelos de mulher, e os seus dentes eram como de leão”

VERSÍCULO 9“E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído de suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate”.

VERSÍCULO 10“E tinham cauda semelhante à dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era para danificar os homens por cinco meses”

VERSÍCULO 11“E tinham sobre si um rei, o anjo do abismo; em hebreu era o nome de Abadom, e em grego, Apoliom”.

VERSÍCULO 12Passado é já um ai; eis que depois disso vêm ainda dois ais”

            Como nos referimos acima, esses “gafanhotos” do poço do abismo não são semelhantes aos da oitava praga do Egito (Êxodo 10:10-20). Os gafanhotos (animais) que conhecemos não têm rei (Provérbios 30:27);mas esses têm um rei (versículo 11), cujo nome é em hebreu “Abadom”. Esse rei, ou anjo do abismo, é o próprio Satanás. O promotor desse terrível “ai” não é a estrela caída, mas o chefe invisível, que é um espírito e o príncipe das potestades do ar (Efésios 2:2).

            A angústia dos homens, no tempo da quinta trombeta, faz-nos lembrar os sofrimentos do endemoninhado gadareno (Lucas 8:26-30).

Aqui, esses demônios ou Anjos decaídos que não souberam guardar o seu principado, mas aderiram  a Satanás em sua rebelião, adquiririam em suas prisões o aspecto terrível como são vistos por João, que bem caracteriza os seus pecados. São apresentados na figura de gafanhotos (devoradores): como cavalos aparelhados para a guerra (atacantes (rápidos); com os rostos de homens (ordem e inteligência); com cabelos como de mulheres (vaidosos); com os dentes como de leões (vencedores terríveis); com couraças (bem protegidos); e com asas (velozes, de fácil movimento).

            Assim preparados são soltos para execução desse juízo – “o juízo daquele grande dia” (Judas 6). Não vieram para causar dano às ervas, nem às árvores, nem ás verduras, nem lhes era permitido matar os homens, mas somente atormentá-los por cinco meses, com um tormento semelhante ao do escorpião quando fere o homem. O tormento será tão grande que os homens desejarão morrer, mas a morte fugirá deles.

            Sabemos o quanto sofrem os endemoninhados agora, quando os demônios não têm tanta liberdade. Como será naquele tempo, quando os demônios gozarão de plena liberdade e estarão preparados para aplicar esse tormento?!

Ai dos homens que não têm em suas testas o sinal de Deus!  Os judeus apóstatas serão os primeiros a sofrer a conseqüência triste desse primeiro “ai”. Eis que vêm depois disso, ainda dois “ais”.

SEXTA TROMBETA (9:13-24) – A cavalaria infernal.

VERSÍCULO 13E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro que estava diante de Deus…”

            Os ângulos do altar de incenso formavam quatro pontas forradas de ouro, (Êxodo 30:3). Daí partiu a ordem. Não se diz quem é a voz, como no capítulo 6:6, mas, certamente, é de Deus, a quem o incenso é oferecido sobre esse altar, e quem recebe as orações dos santos (8:3,4).

VERSÍCULO 14 – “…a qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos que estão presos junto ao grande rio Eufrates”.

            É importante notar que não somente no poço do abismo encontram-se anjos presos para o dia e hora desse juízo. Aqui a ordem é soltar quatro anjos caídos, que estavam presos junto ao rio Eufrates. Foi justamente naquela região que o homem foi criado; onde pecou e caiu; de onde foi desterrado; onde foi praticado o primeiro homicídio e onde originou-se a grande Babel” que muito tem enganado as nações com a sua fábula satânica de “Rainha do Céu” (leia Jeremias 44:17-19; Ezequiel 8:6-14).

VERSÍCULO 15“E foram soltos os quatro anjos que estavam preparados para a hora, e dia e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens”.

            O segundo “ai” difere muito do primeiro, quando os homens eram apenas atormentados, É muito triste saber que estas terras onde o Evangelho tem sido pregado serão entregues ás trevas infernais.

Aqui, é revelada a concentração para a batalha do grande dia da ira de Deus, e lembra a profecia de Ezequiel contra Gogue (Ezequiel, capítulos 38 e 39). O grande e poderoso exército infernal aguarda a ordem emanada do altar, para o momento e hora daquele juízo.

VERSÍCULO 16“E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles”.

VERSÍCULO 17“E assim vi os cavalos nesta visão; e os que sobre eles calvagavam tinham couraças de fogo, e de jacinto e de enxofre; e as dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saíam fogo e fumaça e enxofre”

VERSÍCULO 18“Por estas três pragas foi morta a terça parte dos homens, isto é, pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saíam de suas bocas”

VERSÍCULO 19“Porque o poder dos cavalos está nas suas bocas e nas suas caudas, porquanto as suas caudas são semelhantes a serpentes e têm cabeças e com elas danificam”.

VERSÍCULO 20“E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir e nem andar”.

VERSÍCULO 21“E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem das suas ladroíces”

            O Judaísmo e o Cristianismo apóstatas hão de adorar e obedecer cegamente a Satanás e aos seus dois representantes na Terá (II Tessalonicenses 2; Apocalipse 13). Será preparado o grande exército infernal com toda a sua armadura: fogo, jacinto e enxofre, denominada de “armadura ofensiva do inferno”. Marcharão primeiramente contra Jerusalém, com o objetivo de riscar do mapa a nação inteira e fazer desaparecer a memória de Israel da face da Terra (Salmo 83:4). Não se trata de uma guerra vulgar. A terça parte dos homens (de Israel) será morta, para cumprir-se Zacarias 14:1,2. Será uma cena indescritível. Serão usados os mesmos elementos da destruição de Sodoma e Gomorra: fogo, fumo e enxofre (Gênesis 19:24,27,28).

Hoje, podemos pensar nos elementos de uma guerra nuclear que trarão destruição total e completa sobre a face da Terra. Este será o segundo “Ai”.

            Com toda a evolução da Europa e todos os seus grandes conhecimentos nesta era atômica em que vive o mundo, quando os homens já conquistaram a Lua e trabalham para conquistar os planetas (leia Obadias 4), os homens entregam-se à mais grosseira idolatria e perversidade; é indício do regresso ao paganismo (Romanos 1:21-32; II Timóteo 3:1-5).

            “Os outros homens” (versículo 20) não se arrependeram e não deixaram as obras de suas mãos (Isaías 47:9,12). Aqui demonstra a verdadeira idolatria pagã (Deuteronômio 4:28; Salmo 115:4,7; Isaías 2:8; Jeremias 1:16; 25:6,7,14), que se junta à adoração aos demônios. Não adorarão diretamente ao diabo, mas aos demônios, que são espíritos que tremem ante o julgamento que lhes está reservado (Mateus 8:28,29).

            “Não se arrependeram” de seus homicídios, de suas feitiçarias, de sua prostituição e de sua ladroíce; por isso lhes será destinado o terceiro “ai”: destruição e desolação.

 

 

EBENÉZER !!!!!

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