18 de fevereiro de 2013

 
 Autoria do Reverendo Romeu Maluhy, pastor da Igreja Presbiteriana

Publicação autorizada pelo Presbítero Romeu Maluhy Junior, pastor e epíscopo

Agradecimentos de Universal Assembléia da Santa Aliança Cristã

Presbítero Jailson Pereira, apóstolo e epíscopo

 

CAPÍTULO 11:1-19

 

AS DUAS TESTEMUNHAS E A SÉTIMA TROMBETA

 

 

            Com os primeiros quatorzes versículos deste capítulo termina o intervalo iniciado em Apocalipse 10:1. Do versículo primeiro ao quatorze, há ainda duas grandes visões, assim descritas:

1.    O tempo da Grande Tribulação (versículos 1,2)

2.    As duas testemunhas (versículos 3-14)

 

VERSÍCULO 1“E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara, e chegou o anjo e disse-me: Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram”

 

VERSÍCULO 2“E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças, porque                              foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses”

 

            João, depois que tomou o livrinho da mão do “Anjo Forte” e o comeu, conforme a ordem deste, ficou cheio da mensagem que deveria profetizar.

Em seguida, “foi-lhe dada uma cana semelhante a uma vara” (medida com 2,70 metros de comprimento), e o Anjo ordenou ao apóstolo que medisse o Templo de Deus, o altar, e os que nele adoram.

            Havia se passado vinte e cinco anos desde que o Templo e a cidade de Jerusalém tinham sido destruídos, quando João escreveu o livro do Apocalipse, porém, no tempo desta visão, os israelitas estarão em grande número em Jerusalém (Ezequiel 36:24; 37:21; 45:13; Lucas 21:24), e o Templo estará edificado. Então será medido juntamente com o altar e os adoradores ali (leia Ezequiel 40:3). Isto significa que chegou o tempo de Deus aceitar novamente o Seu povo e abençoar a casa erigida ao Seu nome. Leia I Reis 9:3; II Crônicas 7:15,16; Ezequiel 39:27-29).

            Os verdadeiros adoradores se conformarão com as medidas divinas e serão separados (medidos) dos apóstatas e infiéis, que continuarão no átrio que está fora do Templo; Eis aqui o cumprimento de Romanos 11:26: “E assim todo Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador e desviará de Jacó as impiedades”.

            “O átrio foi dado às nações”, significando terrível condição para o Israel apóstata, que ficará do lado de fora, sob a influência satânica e idólatra (ver Mateus 12:34-45), adorando a Besta e o Falso Profeta.

            “Pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses”  ou 1.260 dias [os últimos três anos e meio da septuagésima semana de Daniel] (Daniel 9:27), que é o período da Grande Tribulação, em que o Israel fiel será guardado e separado (medido) (leia Apocalipse 12:6).

 

AS DUAS TESTEMUNHAS  (11:3-14).

 

VERSÍCULO 3“E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco”.

            Nesse tempo, o período da Grande Tribulação, tal como nunca houve na Terra (Jeremias 30:4-7; Daniel 12:1; Mateus 24:21,22; Apocalipse 3:10), será após a quedada “grande estrela” (Apocalipse 8:10), quando o Anticristo estará no seu apogeu de domínio e força e todo o Israel apóstata curvado perante ele, seguido dos povos gentios habitantes de toda a Terra, época em que também o Israel fiel e os gentios salvos (Apocalipse 7:1-8; 9-17), como pregadores do Evangelho do reino, denodadamente dão a sua mensagem de juízo, aparecem em Jerusalém duas grandes testemunhas, incumbidas de profetizar por todo o período de mil duzentos e sessenta dias (ou 42 meses), vestidas de pano de saco.

            Dois grandes vultos sobressairão dentre os verdadeiros adoradores naquela época, assim como foram usados por Deus, Moisés e Arão para falarem a Faraó.

            Segundo a lei mosaica, o testemunho de dois é verdadeiro (Deuteronômio 19:15). Dois anjos testificaram da ressurreição de Jesus (João 20:12), e dois varões vestidos de branco foram testemunhas da Sua ascensão (Atos 1:10). Igualmente, nos dias da Grande Tribulação, Deus levantará dentre a multidão de pregadores do Evangelho do reino, dois grandes líderes, um “Moisés” e um “Elias”, dotados de todas as características e milagres operados por esses servos de Deus (Êxodo 7:19; I Reis 17:1).

            Alguns ensinam que serão Enoque e Elias, dizendo que os mesmos não morreram e, portanto, precisam falecer, baseados em I Coríntios 15:50 e Hebreus 9:27. Vejamos, porém, o que diz Hebreus 11:5 “Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da Sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus”. Enoque foi trasladado para não ver a morte, visto como alcançou testemunho de que agradara a Deus.

            Se Deus o trasladou para não ver a morte, está claro que o mesmo Deus não pode contradizer-se agora, permitindo que o Seu servo morra. Compreendemos que Enoque alcançou o grau de santidade e pureza, em tão alta escala, adquirida do próprio Deus com quem andava (vivia interligado: Gênesis 5:22,24), que chegou onde disse o Senhor Deus: “Eis que o homem é como um de nós” (Gênesis 3:22).

            Elias, por sua vez, não sendo tão fiel e importante diante de Deus como Enoque, Deus, entretanto, o trasladou, como prova de Seu amor para com o Seu Amor para com o Seu servo, isto para demonstrar aos próprios céus como será a trasladação da Igreja. Elias deixou cair a sua capa (II Reis 2:12-14), simbolizando que despiu-se dos seus andrajos humanos. O que vai acontecer com o arrebatamento ou trasladação da Igreja é a mesma coisa: todos os crentes fiéis serão tomados pelo Espírito Santo e elevados aos céus.

            Glória seja dada ao Senhor!  No momento de serem tomados (num abrir e fechar de olhos) serão transformados, isto é, deixarão os seus andrajos e serão capacitados de entrarem no Céu, diante do trono de Deus, sem necessidade de morrer. Será que Elias ainda precisa morrer? Se assim é, também não haverá transformação dos vivos (I Coríntios 15:51,52).

            A referência que Jesus fez a Elias comparando-o com João Batista (Mateus 17:10-13), não quer dizer que Elias reencarnou e veio como João Batista; não, absolutamente não. Jesus apenas confirmou as palavras do anjo a Zacarias: “Não temas, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhe porá o nome de João; porque será grande diante do Senhor…e converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus, e irá diante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes a prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto” (Lucas 1:13,15-17).

            Isto de acordo coma profecia de Malaquias (Malaquias 4:5,6). Apenas Jesus estava exemplificando os ministérios de ambos; Elias pregava com autoridade sem receio (I Reis 18:22-40), igualmente João Batista fez isso (Mateus 3:7-12); Elias enfrentou Acabe, que, apesar de tudo, o respeitava (I Reis 17:1; 18:17.16; 21:17-24), semelhantemente João Batista enfrentou Herodes, que também o tinha em grande respeito (Mateus 14:3,4).

            Cremos que naquela época, Deus levantará dois grandes personagens dentre os pregadores do Evangelho do reino, talvez um do grupo dos assinalados de Israel e um do grupo dos gentios salvos que, cheios de poder e virtude de Deus, anunciarão a mensagem do juízo, com o mesmo poder e operação de maravilhas como aqueles dois grandes homens de Deus, no tempo em que estiveram na Terra.

 

VERSÍCULO  4– “Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra”

            Em Zacarias 4:3,11,12, o profeta descreve duas oliveiras e dois raminhos de oliveira, que estão junto ao castiçal de ouro. Aqui aparecem duas oliveiras e os dois castiçais de ouro. Com a interpretação dada a essa visão de Zacarias (capítulo 4) e baseados na interpretação dada a essa visão à oliveira, que nos fala do testemunho (Romanos 11), podemos afirmar que essas duas testemunhas representarão naqueles dias em Jerusalém a Palavra de Deus; por isso são chamadas “oliveiras” e, por serem eminentes líderes ou “anjos” que estarão à frente de dois grandes grupos (judeus e gentios), tendo em si a luz do Espírito Santo, são chamados “castiçais” ou “lâmpadas” (leia Apocalipse 1:20).

 

VERSÍCULO 5 – “E, se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá de sua boca e devorará os seus inimigos; e, se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto”

 

VERSÍCULO  6– “Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda sorte de pragas, todas quantas quiserem”.

            Como já dissemos, toda a operação maravilhosa será feita no mesmo espírito de Moisés e Elias: “Fogo sairá de sua boca” (II Reis 1:10-12); “fechar o céu para que não chova” (I Reis 18); “poder sobre as águas para convertê-las em sangue” (Êxodo 7:17); “e ferir a terra com  toda a sorte de pragas”, como fez Moisés no Egito.

            João conservava a viva impressão de Cristo no monte da Transfiguração (ver Lucas 9:30), e, quando se descortinou aos seus olhos essa sublime visão das duas testemunhas, pareceu-lhes contemplar aquele maravilhoso quadro e ouvir as Palavras de Moisés e Elias.

 

VERSÍCULO 7– “E, quando acabarem o seu testemunho, a Besta que sobre do abismo lhes fará guerra, e as vencerá, e as matará”.

            Essa Besta refere-se ao líder do ressurgido Império Romano, sob a “ponta pequena” (Daniel 7:8), que unido ao seu grande aliado, o Falso Profeta (Apocalipse 13:12), virar-se-á furiosamente contra os santos de Israel (vide Daniel 7:22,24), e as duas testemunhas sofrerão a morte.

 

VERSÍCULO 8 “E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde o seu Senhor também foi crucificado”.

            Em Jerusalém o mal chegará ao seu apogeu, evidenciando a atuação direta do homem do pecado (II Tessalonicenses 2:3,4); porém, Deus está ao lado dos Seus servos. Jerusalém identifica-se com Sodoma (Isaías 1:2,9,10) e Egito, lugares estes onde o Senhor por figura, também foi crucificado.

            Sodoma celebrizou-se pela sua maldade (Gênesis 18:20; II Pedro 2:6-8; Judas 7); o Egito celebrizou-se pela opressão sobre o povo de Israel (Êxodo 1:14). Aqui não se refere, absolutamente, a qualquer outra cidade da Terra, mas a Jerusalém tão-somente (Lucas 13:33,34).

 

VERSÍCULO 9 – “E os homens de vários povos, e tribos, e línguas, e nações verão seus corpos mortos por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos seja postos em sepulcros”.

            Deus permitiu que Jesus Cristo fosse sepultado (Mateus 27:57-60) com todos os requisitos e distinções que bem merecia (Isaías 53:9); mas graças a Deus não ficou na sepultura; ressuscitou depois de três dias e três noites (Mateus 12:40; 16:21; 17:22,23; 20:19; 27:62-66; Marcos 9:31; Lucas 9:22).

            Também as duas testemunhasserão mortas, e os seus corpos jazerão ao relento por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos sejam postos em sepulcros. Deus permitirá isso para que seja evidenciado o Seu poder aos olhos de todos, e não aconteça como aconteceu com Jesus, que foi envolvido no embuste dos judeus quanto a Sua ressurreição (leia Mateus 28:11-15).

Desta maneira, ninguém poderá negar a realidade, porque será testemunhada por homens de vários povos, e tribos, e línguas e nações.

 

VERSÍCULO 10 “E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes profetas tinham atormentado os que habitam na terra”.

            O apóstolo Paulo diz: “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre; cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas” (Filipenses 3:18,19). Estes são os infiéis, apóstatas, cegos e endurecidos, que são classificados entre os que habitam na terra. Estudemos ainda: Apocalipse 3:10; 6:9,10; 8:13; 11:9,10; 13:8; 14:6,7; 17:8.

 

VERSÍCULO 11“E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre os seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram”.

VERSÍCULO 12“E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi cá. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram”

            Depois daqueles três dias e meio (à semelhança de Jesus), veio o Espírito de Deus (leia Ezequiel 37) e foram ressuscitados à vista de todos os seus inimigos o que deixou estes com grande temor e espanto. Deus realizará a Sua maravilha e quem O poderá contestar?  E foi ouvida uma voa do Céu: Subi cá. (Leia Apocalipse 4:1). E subiram ao céu em uma nuvem, à semelhança de Jesus (Atos 1:9), o que lembra também o arrebatamento de Elias (II Reis 2:11).

VERSÍCULO 13“E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu”.

VERSÍCULO 14“É passado o segundo ai; eis que o terceiro ai cedo virá”.

                             Conforme a descrição acima, assim acontecerá:

            O grande profeta Jeremias, pelo Espírito Santo, adverte em seu livro: “Daí glória ao Senhor vosso Deus, antes que venha a escuridão e antes que tropecem os vossos pés nos montes tenebrosos, antes que, esperando luz, ele a mude em sombra da morte, e a reduza à escuridão” (Jeremias 13:16).

            Hoje os homens são advertidos pela Palavra de Deus, sem todavia darem a atenção merecida, a tudo o que está escrito. Nessa época, mesmo forçado pelas circunstâncias de um grande terremoto, que fez cair a décima parte da cidade e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu, não houve um sincero arrependimento para buscar a Deus em verdade.

            A cidade de Jerusalém será destruída parcialmente e a morte atingirá um número positivo e verdadeiro (sete mil) talvez dos mais exaltados e rebeldes, que não glorificaram o nome do Senhor. Os julgamentos continuarão e as “taças da ira de Deus” serão derramadas como demonstração do terceiro “ai” aqui anunciado.

 

SÉTIMA TROMBETA (11:15-19) – alegria do Céu.

 

VERSÍCULO 15“E tocou o sétimo anjo a trombeta…”

            Com o toque da sétima trombeta, os céus romperam em triunfo, continuando o grande culto de louvor a Deus, que serve de introdução ao relato da luta, cujo fim vitorioso celebram antecipadamente, porque o fato só se torna efetivo depois de passar o terceiro “ai” (Apocalipse 15).

            “…e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre”.

            É anunciada com grandes vozes, vozes de júbilo e de vitória, a impotência dos homens para governarem o mundo. Satanás tem tomado o lugar de eminência; por isso, Deus arrancará das mãos dos homens todo o domínio (Daniel 2:44; 7:13,14,27; Lucas 1:33). Hoje toda a criação geme (Romanos 8:23,24), mas virá brevemente o dia em que será liberada para a glória dos filhos de Deus (Romanos 8:20,21).

 

VERSÍCULO 16“E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus”

VERSÍCULO 17 – “Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder e reinaste”

VERSÍCULO 18 – “E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o Teu nome, a pequenos e grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra”.

            Em adoração contínua no Céu, e diante daquela imensa alegria de que todos estão possuídos, os vinte e quatro anciãos prostraram-se sobre seus rostos,e adoraram a Deus, rendendo ações de graças pela grande vitória alcançada:

1º – “Iraram-se as nações, e veio a tua ira”. Os homens rebelaram-se contra o Senhor e contra o Seu ungido (Salmo 2; leia Jeremias 5:4,5; Lucas 19:14; Atos4: 24-28); mas veio a recompensa de Deus: serão arrancados das suas mãos o domínio e o reino, por causa da indignidade deles. Na Sua ira, Deus levará as nações à grande batalha, no dia em que vingar-se de seus inimigos (Isaías 63:1-6).

     “E o tempo dos mortos, para que sejam julgados”. Aqui se refere ao tempo do julgamento dos mortos, que se verificará perante o Trono Branco, ver (Apocalipse 20: 11-15). Antes desse acontecimento haverá o julgamento das nações vivas, que terá lugar logo após a vinda de Jesus, quando vier com os Seus santos para estabelecer o reino milenar (Joel 3:12,14; Zacarias 14:4,5; Mateus 25:31-46).

3º – “E o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o Teu nome, a pequenos e grandes”. Tempo de galardões ou recompensas àqueles a quem se destina o reino (Mateus 25:34). Fala-se aqui dos profetas, dos santos e dos que temem o nome do Senhor, que ainda estarão na Terra.

 

Refere-se aos “santos do Altíssimo” mencionados por Daniel (7:25-27), e aos gentios” que temem o nome do Senhor”, que aguardam como nação o dia do grande livramento (leia Isaías 60:10-13; Apocalipse 21:25,26). Os santos da Igreja dessa época já receberam galardões diante do Tribunal de Cristo (II Coríntios 5:10); após o arrebatamento com Cristo (I Coríntios 15:51,52; I Tessalonicenses 4:13-27; leia Isaías 40:10; Apocalipse 22:12). Os decapitados durante a Grande Tribulação também hão de receber galardões com a vinda de Jesus Cristo em glória, e participando do privilégio da primeira ressurreição (Apocalipse 20:4-6.

 

4º – “E o tempo de destruíres os que destroem a terra”. Esta referência é alusiva a Satanás e seus anjos. São eles que desde os primórdios da criação lutam pra destruir a Terra e seus habitantes. Toda a causa dos sofrimentos, miséria e grandes perturbações havidas na Terra, é infligida por este “mais que maligno” e sua casta de demônios. Eles sabem que já estão julgados (João 16:11), e tremem ante qualquer palavra do Senhor (Lucas 8:27-33). Satanás é um inimigo vencido. Chegará, porém, o dia da sua completa destruição, quando todos serão lançados no inferno (Mateus 25:41:leia Apocalipse 20:10)

 

VERSÍCULO 19 “E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca do concerto foi vista no seu templo; houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva”.

            Simultaneamente com o ecoar das vozes de triunfo e grande alegria, louvores e ações de graças que registram a continuação do grande culto ao Deus Todo-Poderoso, abriu-se no céu o templo de Deus e a arca do concerto foi vista no seu templo. Isto é um sinal de segurança e da graça de Deus para com os Seus santos, que continuaram a louvar o que vive para sempre; mas é também um sinal de efusivos julgamentos para os inimigos de Deus (leia Josué 6), quando será revelado nos relâmpagos, nas vozes, nos trovões, nos terremotos e nas grandes saraivas, todo o ardor de Sua ira.

 

 

EBENÉZER !!!!!

 

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